quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Campanha: "Respeite e ensine a respeitarem a integridade da mulher"

Respeite e ensine a respeitarem

a integridade da mulher.

Até agora você pode ter sido omisso quando tomou conhecimento sobre o caso de uma mulher que havia sido violentada por um homem em ambiente doméstico ou familiar. Talvez tenha escolhido não ver, não ouvir e não falar sobre o caso ou sobre este problema social.
Porém, a partir deste momento eu te desafio a fazer uma escolha diferente, eu te desafio a ir além do respeito pessoal pelas mulheres, eu te desafio a ensinar o próximo a respeitar a integridade das mulheres.
A violência contra a mulher não é um problema moderno, ele existe há muito tempo em todo o mundo, porém, nos dias atuais muitos movimentos estão sendo criados com a finalidade de minimizar e até mesmo extinguir este mal social. Mas de nada se prestarão as campanhas se não tivermos pessoas que, além de dar bons exemplos, tomem atitudes contra o agressor.
Discutir a questão é um bom começo, contudo, é dever de cada pessoa, comprometida com o mundo, tomar atitudes positivas para ajudar a acabar com a violência doméstica contra mulher.

DENUNCIE a violência.

Estou iniciando um trabalho social na cidade de Aparecida - SP, que consistirá no auxílio às mulheres vítimas de violência familiar, para saibam, exatamente, O QUE FAZER para se livrarem da condição de vítima da violência e se realizarem como mulher, na vida pessoal e social.

Se você sabe do caso de uma mulher que está sofrendo violência familiar, se você é esta mulher, ou se você que fazer parte de nossa campanha, entre em contato com PAULA CALDOVINO, pelo telefone (12) 3105-8507, pelo celular (12) 8123-5661, e-mail paulacaldovino@hotmail.com.

Em breve, teremos endereço fixo para atendimento presencial.

Precisa-se de voluntários para integrarem esta campanha de atitudes. Junte-se, participe, elas precisam de você.




Um comentário:

José Valladão disse...

Há alguns dias, uma funcionária de um edifício no centro da cidade me indagou sobre uma cena que havia presenciado. Ela me contava sobre uma mulher que agredia seu marido em plena praça no meio de uma multidão de espectadores. O fato é que essa é uma cena muito comum, entretanto, acobertada por uma sociedade que defende a igualdade entre homens e mulheres, mas que ainda apresenta um comportamento machista. Hoje, as feministas, exigem uma colocação não apenas semelhante, mas avantajada em relação as pessoas do sexo oposto. Um exemplo disso é a lei Maria da Penha, pois, praticamente condena um homem por um crime sem ser julgado, podendo dessa forma denegrir para o resto da vida a imagem do homem. Conheço até alguns casos de mulheres que se utilizaram dessa lei com suposições para terem vantagens financeiras ou para outras finalidades ou chantagens. Essa não é uma opinião machista e sim uma observação justa, pois, defendo a igualdade entre as pessoas, sejam elas homem ou mulher, "afrodescendente" ou "branco", nacional ou estrangeiro. Esses tipos de leis que favorecem um grupo determinado, assim como, as cotas nas universidades, são na realidade a mais pura expressão discriminação e marginalização do ser humano. Será que ninguém vê isso? Será que os iguais não enxergam essas leis como um outdoor escondendo uma favela, para favorecer os nossos governantes? Será que o pobre homem agredido por sua esposa diante de inúmeros espectadores não tem o mesmo direito que uma mulher na mesma situção? Quero que todos tenham os mesmos direitos. Quero que todos sejam iguais. Quero não, todos somos iguais.