quinta-feira, 9 de setembro de 2010

RÉPLICA.

Para que todos entendam, a presente postagem trata-se de uma resposta ao comentário de meu nobilíssimo amigo JOSÉ GERALDO LEMES VALLADÃO NETO, também denominado Pitu, ou simplesmente, Zé, como gosta de ser chamado. Há quase um ano e seis meses ele se manifestou sobre uma campanha minha que dizia "RESPEITE E ENSINE A RESPEITAREM A INTEGRIDADE DA MULHER", e ele, meu amigo, disse assim:

"José Geraldo disse...

Há alguns dias, uma funcionária de um edifício no centro da cidade me indagou sobre uma cena que havia presenciado. Ela me contava sobre uma mulher que agredia seu marido em plena praça no meio de uma multidão de espectadores. O fato é que essa é uma cena muito comum, entretanto, acobertada por uma sociedade que defende a igualdade entre homens e mulheres, mas que ainda apresenta um comportamento machista. Hoje, as feministas, exigem uma colocação não apenas semelhante, mas avantajada em relação as pessoas do sexo oposto. Um exemplo disso é a lei Maria da Penha, pois, praticamente condena um homem por um crime sem ser julgado, podendo dessa forma denegrir para o resto da vida a imagem do homem. Conheço até alguns casos de mulheres que se utilizaram dessa lei com suposições para terem vantagens financeiras ou para outras finalidades ou chantagens. Essa não é uma opinião machista e sim uma observação justa, pois, defendo a igualdade entre as pessoas, sejam elas homem ou mulher, "afrodescendente" ou "branco", nacional ou estrangeiro. Esses tipos de leis que favorecem um grupo determinado, assim como, as cotas nas universidades, são na realidade a mais pura expressão discriminação e marginalização do ser humano. Será que ninguém vê isso? Será que os iguais não enxergam essas leis como um outdoor escondendo uma favela, para favorecer os nossos governantes? Será que o pobre homem agredido por sua esposa diante de inúmeros espectadores não tem o mesmo direito que uma mulher na mesma situção? Quero que todos tenham os mesmos direitos. Quero que todos sejam iguais. Quero não, todos somos iguais.


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